Elizabethtown e Física

14 10 2008

Ou Física e Elizabethtown, tanto faz! Vou começar pela obrigação, afinal primeiro a obrigação e depois a diversão, como já dizia minha mãe (e meu pai, e minha avó, e minha tia…). Sebunda-feira, dia de ir para a faculdade ter aula de Física Experimental I, bondimaisobrigada. Claro que apesar das MILHARES de abelhas que sempre aparecem para fazer companhia para os alunos, a aula não é tão desagradável quanto parece (mesmo com o professor mais irritante do mundo). Acontece que aqui em roça-city estava calor. Não, não calor, mas calor, entende? Do tipo que estoura seus miolos, faz sua enxaqueca atacar very hard e de quebra ainda chama sua rinite pra fazer a festa. Ou seja: Eu estava uma pilha de nervos para ter uma aula sobre “Queda Oblíqua”, ou qualquer outra tortura que fosse.
Não fosse pelo meu querido e amado XY, acho que eu já teria morrido. Afinal de contas quem foi que matou os monstromons (também conhecidos como insetos) com uma régua? Tnx, love ya :** […] No fim das contas, acabei assistindo a tal aula chata e fugindo de uma aula de Cálculo I (reprovação é péééssimo) com o MESMO professorzinho, tomei um banho geladíssimo e jantei. Claro que já estou morrendo de calor, mas isso é (quase) relevante :D

Elizabethtown ★★★★

Após provocar um prejuízo de US$ 972 milhões para a Mercury, a maior empresa de esportes dos Estados Unidos, ao elaborar um tênis que foi um fiasco, Drew Baylor (Orlando Bloom) é demitido pelo magnata Phil DeVoss (Alec Baldwin). Ellen Kishmore (Jessica Biel), sua namorada, acaba com Drew. Ele decide cometer suicídio e estava para executá-lo, quando o celular toca. Drew atende e sabe através da sua irmã, Heather (Judy Greer), que o pai deles, Mitchell (Tom Devitt), morrera de infarto em Elizabethtown, Kentucky, cidade-natal de Drew. Heather diz que ela e a mãe deles, Hollie (Susan Sarandon), precisam do apoio dele e, além disto, teria de ir até Elizabethtown para ajudar a organizar o funeral. No vôo ele conhece Claire Colburn (Kirsten Dunst), uma aeromoça que lhe dá alguma esperança no futuro.

Ok, podem me xingar mas não achei o filme tão grande coisa assim. Ganhou 4 estrelinhas porque tem o Orlando Bloom, a trilha sonora é relativamente agradável (mesmo eu odiando ‘Free Bird’) e a idéia do mapa da viagem final é muito criativa. Achei meio tétrico a história de amor girar em torno de uma pessoa que já morreu (e no final ainda viaja), sem contar aquela esposa pirada na cerimônia o.O Não sei, idéia estranha… Outro ponto negativo é o fato de o filme acabar do nada, tipo… E depois? *se sacode* Mas como nem tudo são espinhos (que adaptação horrível ¬¬), achei bem legal o fato de não ser uma história de amor colegial bonitinha, em que tem famílias contra o relacionamento e uma ‘bitch’ que se envolve com o cara. Num balanço geral, o filme é bom mas deixou a desejar.

Agora já é hora de dormir, pois minha dor de cabeça está… Explodindo! :( Espero que gostem do Blog, e indiquem para outras pessoas!

Beijos, XX

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